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Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192)



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#1
Daniel Martins -

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) em Qui Fev 21, 2019 8:24 pm

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Os serviços de atendimento pré-hospitalar móvel, denominados Serviços de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e acionados por telefonia de discagem rápida (número 192), conhecidos como Samu 192, foram normatizados no Brasil a partir de 2004 pelo decreto presidencial nº º 5.055, de 27 de abril de 2004[2]. Caracterizam-se por prestar socorro às pessoas em situações de agravos urgentes, nas cenas em que esses agravos ocorrem, garantindo atendimento precoce, adequado ao ambiente pré-hospitalar e ao acesso ao Sistema de Saúde [3].

O SAMU 192 não se caracteriza apenas por ser um serviço de atendimento pré-hospitalar móvel mas por ser um serviço complexo, onde uma central de regulação de urgência e emergência composta por médicos reguladores atende toda a demanda do sistema telefônico 192 e define uma hipótese diagnóstica e a complexidade, assim como a prioridade do atendimento, podendo ser fornecida apenas uma orientação médica ou, se necessário, um recurso mais complexo, liberando-se as diferentes viaturas - suporte básico ou suporte avançado.

Após o atendimento do paciente, também será definido o destino do paciente podendo ser uma unidade de pronto atendimento (UPA) ou um hospital terciário. Assim, esse serviço de atendimento móvel foi criado para organizar os diferentes níveis de situações de saúde, encaminhando os quadros de menor complexidade ou fase diagnóstica ou ainda de uma situação de estabilização clínica para UPAs, e os quadros de maior complexidade, que necessitam de especialidades (politraumatizados, infartos, trauma de crânios, acidentes vasculares encefálicos, abdome agudo), para hospitais.

É importante ressaltar que, antes da existência do SAMU 192, muitos pacientes morriam nas residências, nos acidentes de trânsito e em vários locais sem a existência do atendimento pré-hospitalar. Posteriormente, porém, a essa criação, a maioria destes pacientes começou a ter um acesso mais fácil ao serviço de emergência, pois basta uma pessoa ligar para o telefone 192 e, estando dentro dos critérios estabelecidos de urgência e emergência, será atendida em sua residência ou em via pública, sendo, posteriormente, levada aos serviços de melhor atendimento de acordo com sua necessidade e complexidade.

Assim, antes da criação do SAMU, os serviços de urgência, principalmente os serviços terciários, estavam, frequentemente, lotados, com todos os quadros de saúde possíveis em uma mesma unidade, num mesmo pronto-socorro, causando uma superlotação desorganizada. Evolui-se então para serviços mais organizados quanto ao perfil da doença e do doente. Entretanto, a superlotação continua progressivamente aumentando.

Com a modificação do perfil epidemiológico da morbimortalidade devido ao crescimento das causas externas, esses atendimentos ganham maior relevância, causando forte impacto ao setor saúde e sua resposta a tal demanda é fundamental para minimizar as sequelas decorrentes desse quadro. [4].

Com a organização das gravidades e complexidades, conseguimos visualizar melhor que, realmente, existe a necessidade de mais leitos hospitalares. Infelizmente, o investimento financeiro não é suficiente para o aumento dos hospitais e seus respectivos leitos, mantendo o atendimento de urgência e emergência caótica em todo o País.

O projeto SAMU 192 foi o primeiro produto do Plano Nacional de Atenção as Urgências criado pelo Governo Federal em 2003 e existe recurso financeiro para a manutenção dos Serviços. Durante esse processo, foi definido que esse custeio seria tripartite, sendo 50% do Governo Federal, 25% do Governo do Estado e 25% dos municípios. Entretanto, alguns serviços têm 50% do Governo Federal e o Estado assume o restante do custeio. Infelizmente, alguns serviços têm o custeio do Governo Federal e os municípios acabam tendo que arcar com o custeio do restante do serviço, sem nenhum apoio do Governo Estadual, dificultando a regionalização do SAMU 192 e da participação de cidades menores de 50 000 habitantes conseguirem custearem proporcionalmente a sua parte dentro do grupo de cidades regionalizadas.

O Serviço

Unidade de socorro aquático do SAMU na cidade de Salvador.
O primeiro SAMU 192 criado foi em Campinas em junho de 1995, pelo médico José Roberto Hansen (falecido em 14 de novembro de 2017 aos 54 anos) obedecendo claramente as características de Regulação Médica clínica, traumática, obstétrica e psiquiátrica. Somente em 24 de junho de 1999, foi apresentada a primeira Portaria Ministerial nº 824. Em 2 de junho de 2001, ocorre uma atualização e foi transformada em Portaria Ministerial nº 814, que definia a função de cada profissional e suas atribuições mas não definia ainda o número de postos de trabalho ou número de ambulâncias.

Mais uma atualização ocorreu, criando a Portaria 2 048 em 5 de novembro de 2002, que define responsabilidades, atribuições de profissionais e também caracterizando cada serviço de urgência e seus dimensionamentos quanto ao atendimento.

Em 2003, o Governo Federal cria o Plano Nacional de Atenção às Urgências, iniciando um projeto tripartite (Governo Federal, Estadual e Municipal) com custeio financeiro no Sistema de Urgência e Emergência mas iniciando pelo Sistema SAMU 192. A portaria nº 1 864/GM em 29 de setembro de 2003 tenta dimensionar o número de viaturas e equipes,relacionado a população da cidade.

Em 2005, o SAMU-192 funcionava em 784 municípios brasileiros de 25 Estados, com 101 centrais de regulação, atuando com equipes especializadas, em sintonia com centrais de controle de leitos nos hospitais. Seu atendimento pode ser do tipo primário, quando oriundo do cidadão, ou do tipo secundário, também conhecido como remoção, quando a solicitação parte do serviço de saúde onde o paciente já tenha recebido os primeiros cuidados para estabilização do quadro de urgência ou emergência, mas necessite ser conduzido a outro serviço de maior complexidade para a continuidade do tratamento.[5]

Nesse serviço, é recomendado que se utilizem os dados de urgência e emergência na elaboração de uma base descritiva que possibilite a caracterização dos serviços de saúde e dos perfis epidemiológicos. Entretanto, isso é dificultado devido à inexistência de um instrumento oficial de armazenamento das informações das ocorrências atendidas. [6]

Após o levantamento de dados, foi constatado que as solicitações de atendimento pelo SAMU ocorreram, em sua maioria, devido a agravos clínicos. Essa característica foi identificada em cidades brasileiras como: Campinas - São Paulo 65% , Ribeirão Preto – São Paulo, correspondendo a 54,9%, em Olinda – Pernambuco, 57% e em Porto Alegre – Rio Grande do Sul, com 64,8% do total de atendimentos. Os dados têm sintonia com os indicadores de morbidade e mortalidade e fatores de risco nacionais, que evidenciam que os agravos clínicos são os mais prevalentes e responsáveis por altos índices de doença e morte. [7]

As ligações são atendidas por telefonistas que anotam dados do local da demanda, emergência médica ou acidente.Toda ligação é gravada. O caso então é passado ao médico que faz a regulação médica e este presta orientações relativas aos primeiros socorros e decide o tipo de ambulância a ser enviada (USA, USB ou VT).

Nas cidades brasileiras onde o serviço é disponibilizado, o telefone para solicitá-lo é o 192 (ligação gratuita). As ambulâncias do SAMU são divididas em viaturas:

USA – Unidades de Suporte Avançado (UTIs móveis), usadas em casos mais graves
USB – Unidades de Suporte Básico
VT – Veículos de Transporte, são usadas em casos mais simples
VIR - Veículo de intervenção rápida, são viaturas 4x4 (geramente pickups ou SUV) compostas por equipe médica e material para suporte avançado de vida, mais ágeis e com capacidade de acessar locais de difícil trânsito , onde a ambulância normal poderia demorar a chegar.
MOTOLÂNCIA: Veículos de intervenção rápida. Usada para fazer um pré-atendimento.
AMBULANCHA: Unidade de Socorro Aquático.
HELICÓPTERO: Unidade de Socorro aéreo.


INTRODUÇÃO

Somos um grupo composto por estagiários, enfermeiros, paramédicos, clínicos-gerais e médicos liderados por um doutor com o intuito de assegurar não só o bem estar de todos os cidadãos de Los Santos e cercanias mas, também, garantir que todos tenham acesso ao mais alto nível de saúde possível.

Nossas operações incluem não só o atendimento de urgência aos necessitados, através do serviço móvel que pode ser solicitado por qualquer cidadão de San Andreas, como também fornecemos apoio, quando solicitado, as operações das forças policiais e blizts fiscalizadoras, prestamos assistência aos órgãos governamentais em suas campanhas e temos um pequeno papel na segurança pública ao realizar a revista dos pacientes que chegam as unidades hospitalares da cidade em busca de entorpecentes e demais ilícitos, realizando a apreensão e o devido armazenamento destes.



MEDICOS
Requisitos

- Ser nível 2 ou superior
- Ser Ativo (logar no minimo 2 horas por dia)
- Ser RPG
- Ter RaidCall ou TS


MEDICOS
Regras

- Não cometer DM (rebaixamento/demissão)
- Não cometer DB (rebaixamento/demissão)
- Não abusar de bugs (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não atropelar ninguém, dirija com cuidado. (aviso/rebaixamento)
- Não deixar veículos espalhados pela rua. Exploda-os após o uso. (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não deixar HQ bagunçada. (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não curar por preço fora da tabela (aviso/rebaixamento/demissão)
- Ligar sirene apenas em emergência. (aviso/rebaixamento/demissão)
- Nunca discutir no /r, /d, /al . Médicos dão o exemplo. (aviso/rebaixamento/demissão)
- Avisar no /al quando for em San Fierro (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não curar em operações/guerras/atentados (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não pedir para ser promovido (aviso/rebaixamento/demissão)
- Ter como profissão: Mecânico ou detetive. Para abastecer os carros da HQ e chegar mais rápido aos clientes (aviso/rebaixamento/demissão)
- Nunca ir atrás de passageiros ou atender chamadas sem /batercartao  (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não usar veículos da HQ para passeio quando estiver de folga. (aviso/rebaixamento/demissão)
- Em caso de denuncias no fórum se for punido dependendo do grau da infração (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não pegar helicóptero sem autorização de líder ou sub-líder. (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não desobedecer ordem de seus superiores (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não deixar HQ bagunçada (aviso/rebaixamento/demissão)
- Não deixar veículos com menos de 40% de gasolina ou quebrados na HQ. Sempre abasteça-os. (aviso/rebaixamento/demissão)

Obs: Caso você seja cargo 1, não terá como lhe rebaixar, sendo assim será demissão.



CARGOS/SKIN



Cargo 1: Interno - Membro em observação. Seu dever é ir atrás de pacientes.
Skins
Masculina:  70
Feminina: 219


Cargo 2: Residente - Já não está mais em observação, mas ainda deve ir atrás de pacientes.
Skins
Masculina: 274
Feminina: 216


Cargo 3: Generalista - Ajuda os novatos na org, dá conselhos sobre não deixar os veículos bagunçados. Também já está apto para atuar em OP’s.
Skins
Masculina: 275
Feminina: 141


Cargo 4: Especialista - Além de ir atrás de pacientes, já possui certa confiança do líder. Fica responsável em ver quem está ou não fazendo o seu trabalho corretamente. O Clínico Geral também tem o poder de pedir a demissão de um membro, tanto como pedir a promoção de outro.
Skins
Masculina: 276
Feminina: 76


Cargo 5: Cirurgião  - Cargo bem avançado da ORG. O Médico cuida da ORG na ausência de seus líderes.
Skins
Masculina: 17
Feminina: 169


444 e 555 (Sub-Líder): Cirurgião - É o braço direito do líder. Ou seja, quando o líder não está on line, são seus sub’s que farão seu trabalho.
Skins
Masculina: 59
Feminina: 150


Cargo 6: Cirurgião-Chefe - Responsável Geral pelo andamento da Organização
Skin: Padrão (Mesma quando é settado após se tornar líder)


MEDICOS/COMANDO



-/membros
-/batercartao
-/curar
-/cordinha
-/localicendio
-/escada
-/servico
-/pservico (id)
-/mudarsexo (id)
-/r
-/d
-/esamu


MEDICOS TABELA DE PREÇO


/curar

Cargo 1 - 500 reais
Cargo 2 - 600 reais
Cargo 3 - 700 reais
Cargo 4 - 800 reais
Cargo 5 - 900 reais
Sub-Líder/Médico - 1.000 reais

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